sexta-feira, 9 de setembro de 2022

Ficha de identificação da obra elaborada pelo autor, através do Programa de Geração Automática da Biblioteca Universitária da UFSC.

 

Ficha de identificação da obra elaborada pelo autor, através do Programa de Geração Automática da Biblioteca Universitária da UFSC.

 

SILVA, César Augusto Venâncio da Silva

DISCIPLINA: SOCIEDADE E EDUCAÇÃO CAPÍTULO I :

A EDUCAÇÃO FUNDAMENTAL – UM ANO A MAIS: “O NONO ANO” NA EDUCAÇÃO FUNDAMENTAL. ,

FACULDADE INTEGRADA DA GRANDE FORTALEZA - LICENCIATURA EM BIOLOGIA DISCIPLINA OBRIGATÓRIA, 2008. 48 p. Fortaleza, Ceará, 2008.

Inclui referências.

1. . 2. A EDUCAÇÃO FUNDAMENTAL, CAPÍTULO I.

3. UM ANO A MAIS:,.

4. O NONO ANO” NA EDUCAÇÃO FUNDAMENTAL..

5. LICENCIATURA PLENA EM BIOLOGIA 2008.

I. DISCIPLINA OBRIGATÓRIA, FACULDADE INTEGRADA DA GRANDE FORTALEZA - LICENCIATURA EM BIOLOGIA. II. CURSO DE LICENCIATURA EM BIOLOGIA.

Programa de Graduação em . III. Título.

 

 

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Referência: SILVA, Professor César Augusto Venâncio da. DISCIPLINA: SOCIEDADE E EDUCAÇÃO: a educação fundamental ⠳ um ano a mais: ⠼o nono ano⠽ na educação fundamental.. Fortaleza: Inespec Escola Virtual Ead, 2008. 48 p. (12 CAPÍTULOS NO CONTEXTO GERAL PUBLICAÇÕES DIVIDIDAS EM CAPÍTULO). RESUMO Formar o cidadão através da educação, habilitando profissionais em nível superior, empreendedores, reconhecidamente competentes, reflexivos, críticos, éticos e com responsabilidade social.". Assim, a Faculdade Integrada da Grande Fortaleza(FGF) é resultado de um novo paradigma.. Capítulo I. Disponível em: https://eadforumfgf.blogspot.com/. Acesso em: 10 set. 2008.

Citação com autor incluído no texto: Silva (2008)

Citação com autor não incluído no texto: (SILVA, 2008)

Capa I

 


PROGRAMA ESPECIAL DE FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DE DOCENTES

NA ÁREA DE LICENCIATURA EM BIOLOGIA

DISCIPLINA: SOCIEDADE E EDUCAÇÃO

 

 

 

 

 

 

 

A EDUCAÇÃO FUNDAMENTAL – UM ANO A   MAIS:   “O NONO ANO” NA EDUCAÇÃO FUNDAMENTAL.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Setembro    2008

Fortaleza – Ceará

F G F

Formulário III

 

Faculdade Integrada da Grande Fortaleza

DISCIPLINA: SOCIEDADE E EDUCAÇÃO

A EDUCAÇÃO FUNDAMENTAL – UM ANO A   MAIS:   “O NONO ANO” NA EDUCAÇÃO FUNDAMENTAL.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

CÉSAR AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Setembro    2008

Fortaleza – Ceará

F G F

Faculdade Integrada da Grande Fortaleza

Formulário II

 

DISCIPLINA: SOCIEDADE E EDUCAÇÃO

A EDUCAÇÃO FUNDAMENTAL – UM ANO A   MAIS:   “O NONO ANO” NA EDUCAÇÃO FUNDAMENTAL.

 

 

 

 

 

 

Trabalho de pesquisa teórica apresentado como requisito parcial para aprovação acadêmica junto à disciplina SOCIEDADE E EDUCAÇÃO do Curso de Licenciatura em Biologia da F G F

Faculdade Integrada da Grande Fortaleza.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Setembro    2008

Fortaleza – Ceará

F G F

FORMULÁRIO i

 

Faculdade Integrada da Grande Fortaleza

DISCIPLINA: SOCIEDADE E EDUCAÇÃO

A EDUCAÇÃO FUNDAMENTAL – UM ANO A   MAIS:   “O NONO ANO” NA EDUCAÇÃO FUNDAMENTAL.  Trabalho de pesquisa teórica.

 

 

 

 

 

 

Conceito ___________________________ Data ____/____/____

 

 

 

 

 

 

 

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Orientador

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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CÉSAR AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA

 

 

 

 

 

Setembro    2008

Fortaleza – Ceará

Sumário

 

Sumário

Capa.............................................................................................................................

Contra capa.................................................................................................................

Apresentação do  Trabalho........................................................................................

Nota do Trabalho........................................................................................................

Sumário........................................................................................................................

Resumo.........................................................................................................................

Summary........................................................................................................................

Apresentação..................................................................................................................

Capítulo I – Introdução................................................................................................

Capítulo II -  Sociedade................................................................................................

Capítulo III - Educação ...............................................................................................

Capítulo IV - O professor  e a educação à  distância.................................................

Capitulo V -  Prática da Implantação do Nono Ano..................................................

Capítulo VI – A educação fundamental e a LDB........................................................

Capítulo VII – A LDB e a formação do professor da educação fundamental..........

Capítulo IX -  A LDB e a formação do professor no direito brasileiro comparado a contar com 1961.........................................................................................................

Capítulo X - I D H - Desenvolvimento Humano (IDH) – Educação para vida ou sociedade tecnológica.................................................................................................

Índice de Desenvolvimento Humano...........................................................................

Critérios de Avaliação.................................................................................................. Cálculo - ......................................................................................................................

Classificação - .............................................................................................................

Países de elevado desenvolvimento humano............................................................... 

Situação de Portugal.....................................................................................................

Situação do Brasil........................................................................................................  

IDH – Educação...........................................................................................................

IDH -  Renda................................................................................................................

Capítulo XI – O nono ano da educação fundamental no Ceará............................

Capítulo XI – O nono ano e a base de seu conteúdo em Biologia.........................................................................................................................

Bibliografia Geral........................................................................................................

Bibliografia Suplementar............................................................................................

ANEXOS

1 - LDB DE 1961..........................................................................................................

2 - LDB DA EDUCAÇÃO FUNDAMENTAL DE 1971.............................................

3 - LDB DE 1996..........................................................................................................

4 – PROGRAMAS DE ENSINO DA BIOLOGIA PARA O 9.o. ANO FUNDAMENTAL........................................................................................................

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

RESUMO Formar o cidadão através da educação, habilitando profissionais em nível superior, empreendedores, reconhecidamente competentes, reflexivos, críticos, éticos e com responsabilidade social.". Assim, a Faculdade Integrada da Grande Fortaleza(FGF) é resultado de um novo paradigma.

 

 

RESUMO

 

Formar o cidadão através da educação, habilitando profissionais em nível superior, empreendedores, reconhecidamente competentes, reflexivos, críticos, éticos e com responsabilidade social.". Assim, a Faculdade Integrada da Grande Fortaleza(FGF) é resultado de um novo paradigma.

 

O ensino médio apresenta dificuldade de clarificação dos seus objetivos, apesar do seu papel estratégico para a mobilidade social, ao distribuir a diferentes grupos conhecimentos de diversos graus de prestígio. Diferenciando-se em dois tipos ideais de padrões normativos de mobilidade social, diversos países têm adotado alternativas quanto à organização dos sistemas educacionais, destacando-se a paridade de prestígio entre os ramos do ensino médio, a criação de sistemas unitários e a diversificação curricular. As variadas formas de organização educacional, entretanto, não parecem apresentar forte impacto sobre a mobilidade social, dependendo em grande parte da estratificação social e da estrutura de classes. O Brasil, em sua história recente, tem caminhado do modelo de mobilidade patrocinada para o de mobilidade competitiva. Nos anos 70 tentou construir um sistema unitário, por meio da profissionalização do ensino médio, porém a rejeição social levou-o a retornar a um insatisfatório dualismo. Uma proposta de mudanças é apresentada para enfrentar os atuais desafios. O ensino médio, com a sua denominação topográfica (o que está no meio, entre o fundamental e o superior), apresenta internacionalmente uma notória dificuldade de clarificação de objetivos. Em parte isto se deve ao seu papel na mobilidade social e à delicada opção entre a terminalidade e a continuidade dos estudos. Entre as inúmeras indagações controversas, está, em primeiro lugar, a das suas finalidades e relações com o trabalho. Daí decorrem outras, como a de se é mais conveniente, em termos de democratização educacional e oportunidades de mobilidade social, ter, após a escola fundamental, uma só trajetória para o aluno ou oferecer várias alternativas, bifurcando ou multifurcando os caminhos da escola média. Será melhor ter uma escola média profissionalizante ou uma escola média voltada para a educação geral? Será preferível manter várias modalidades de escola média ou uma só? No caso de manteremse diversos ramos, é mais conveniente diversificar as trajetórias dos alunos mais cedo ou tão tarde quanto possível? Essas são algumas das questões recorrentes, quer no Brasil, quer em outros países, para as indispensáveis mudanças do ensino médio no Brasil.  Assim, à sociedade se ver diante de um dilema, qual a verdadeira função da educação geral. Para a vida? Para o mercado?   Educação é contexto social, portanto: SOCIEDADE E EDUCAÇÃO devem interagir para a produção do saber de forma a preparar além do cidadão para a cidade, prepará-lo também um cidadão para o contributo do IDH. Índice de Desenvolvimento Humano.   I D H - Desenvolvimento Humano (IDH) é uma medida comparativa de riqueza, alfabetização, educação, esperança média de vida, natalidade e outros fatores. É uma maneira padronizada de avaliação e medida do bem-estar de uma população, especialmente o bem-estar infantil. O índice foi desenvolvido em 1990 pelo economista paquistanês Mahbub ul Haq, e vem sendo usado desde 1993 pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento no seu relatório anual.

Todo ano, os países membros da ONU são classificados de acordo com essas medidas. Os países com uma classificação elevada frequentemente divulgam a informação, a fim de atrair imigrantes qualificados ou desencorajar a emigração.    A nova Lei de Diretrizes e Bases responde às questões e alternativas  de educar com a liberdade de optar.  A nova organização da educação brasileira é semelhante a uma árvore, que tem como tronco a educação básica, abrindo-se em diversos ramos, como a educação superior e a educação profissional. Esse tronco dá clara prioridade à educação geral, pois, conforme as finalidades e objetivos da educação e dos níveis de ensino, importa antes de tudo aprender a aprender. Durante ou após o percurso do discente ao longo desse tronco é possível buscar um ramo e, se for o caso, retornar ao tronco. É o caso da educação profissional: pelas novas normas alguém pode cursar o ensino médio e a educação profissional simultânea ou posteriormente, como pode também interromper o ensino médio (o que não é recomendável, mas possível) e a ele retornar depois. Assim, a lei faz ou encaminha opções no que concerne às questões e alternativas antes apresentadas: 

1.       • favorece a diversificação de currículos em níveis de sistema de ensino e de estabelecimento, permitindo o plano de estudos, até de cada aluno, para atender às suas necessidades;   

2.       • adia a diferenciação dos currículos, no que se refere ao tronco da educação geral, até o fim do ensino médio, seguindo as tendências internacionais, mas contempla a necessidade de diversificação, com idas e vindas pelo ramo da educação profissional, conforme as necessidades dos variados grupos populacionais; 

3.       • abre caminho para que a educação profissional ocorra dentro ou fora da escola e, no caso da educação de jovens e adultos, permite o aproveitamento da própria experiência do aluno no currículo escolar; 

4.       • abre caminho para a Inter complementação dos setores público e privado na profissionalização;  • permite a educação profissional nos mesmos estabelecimentos ou em instituições separadas, conforme for melhor para as diversas circunstâncias; • concilia a terminalidade e a continuidade, dando preferência à educação geral e abrindo caminhos variados para a primeira, ao mesmo tempo em que encoraja a segunda; 

5.       • opta claramente pela educação geral formativa e não-propedêutica.

Sob o último aspecto, o papel da educação geral é de importância básica e, para a redefinição do seu papel, depende de uma tarefa ciclópica, pela qual os seguidores de Dewey  no Brasil já clamavam nos anos 20: deixar o academicismo e tomar a educação geral  formativa. Essa deverá preocupar-se menos com os conteúdos rapidamente obsoletos que com o desenvolvimento da capacidade de aprender a aprender, perdendo para isso o seu tradicional viés enciclopedista que, se já era obsoleto para a sociedade do pós-guerra, o é ainda mais hoje. Para isso são necessárias mudanças já mencionada s na educação superior, seja nos processos seletivos, seja na formação de educadores.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

SUMMARY Training the public through education, enabling a higher level professionals, entrepreneurs, admittedly competent, reflective, critical, ethical and social responsibility.. "Thus, the Faculty of Integrated Grand Fortress (FGF) is a result of a new paradigm.

 

 

 

SUMMARY


Training the public through education, enabling a higher level professionals, entrepreneurs, admittedly competent, reflective, critical, ethical and social responsibility.. "Thus, the Faculty of Integrated Grand Fortress (FGF) is a result of a new paradigm.

The high school presents difficulties for clarification of its objectives, despite its strategic role for social mobility, to distribute knowledge to different groups of varying degrees of prestige. Diferenciando in the two ideal types of normative standards of social mobility, several countries have adopted alternative on the organization of educational systems, emphasizing to the parity of prestige among the branches of education, the creation of systems unit and diversification curriculum. The various forms of educational organization, however, does not seem to have strong impact on social mobility, depending largely on social stratification and the structure of classes. Brazil, in its recent history, has walked the model of mobility sponsored for the mobility of competitive. In the 70 tried to build a unitary system, through the professionalization of high school, but social rejection led him to return to an unsatisfactory dualism. A proposal for change is made to face the current challenges. The high school, with its topographical name (which is in the middle, between the basic and higher), presents an internationally notorious difficulty of clarification of goals. In part this is due to their role in social mobility and the delicate choice between continuity and the completion of studies. Among the many controversial questions, is, first, their purposes and relations with the job. Hence stem others, such as whether it is more convenient in terms of democratization and educational opportunities for social mobility, Tuesday, after-school basic, one trajectory for the student or offer several alternatives, bifurcando or multifurcando the ways of middle school.   Is it better to have a middle school or a vocational school focused on general education? It is better to maintain various forms of middle school or only one? In the case of manteremse various branches, is more appropriate to diversify the trajectories of the students sooner or as late as possible? These are some of the questions applicants, either in Brazil or elsewhere, the necessary changes to high school in Brazil. Thus, the company is facing a dilemma see, the real function of education generally. For life? For the market? Education is social context, therefore: SOCIETY AND EDUCATION must interact for the production of knowledge in order to prepare than the citizen for the city, prepare you also a citizen oo contribution to the HDI. Human Development Index. HDI - human development (HDI) is a comparative measure of wealth, literacy, education, average life expectancy, birth and other factors.  It is a standardized way of assessing and measuring the welfare of a population, especially the welfare child. The index was developed in 1990 by Pakistani economist Mahbub ul Haq, and has been used since 1993 by the United Nations Development Programme in its annual report.   Every year, UN member countries are classified according to these measures. Countries with a high ranking often disclose the information in order to attract skilled immigrants or to discourage emigration. The new Act and the Guidelines basis answered questions and alternatives to educate with the freedom to choose. The new organization of the Brazilian education is like a tree, which has the trunk to basic education, opening up into several branches, such as higher education and professional education. The trunk gives clear priority to education generally, because, as the aims and objectives of education and levels of education, it must first of all learn to learn. During or after the course of the discente along that it is possible to seek a trunk and branch, if any, return to the trunk. This is true of professional education:  the new rules anyone can attend high school and vocational education simultaneously or subsequently, as it can also interrupt the high school (which is not recommended, but possible) and return it later. Thus, the law does or forward options with regard to the issues and alternatives presented before:  1. • encourages the diversification of curricula in levels of the education system and establishment, allowing the curriculum, even from each student to meet their needs;  2. • postpones the differentiation of the curriculum, with regard to the trunk of general education, by the end of high school, following international trends, but addresses the need for diversification, with back and forth by the branch of professional education, as the needs of different population groups;  3. • opens way for the professional education occurred inside or outside the school and for the education of youths and adults, allows the use of own experience of the student in the school curriculum;  4. • intercomplementação opens way for the public and private sectors in the professionalisation, • allows professional education in the same establishments or in separate institutions, as best for the various circumstances, • reconciles the completion and continuity, giving preference to education and general opening avenues for the first varied at the same time that encourages second;  5. • clearly opted for general education and training non-propaedeutic. Under the latter aspect, the role of general education is of primary importance and, for the redefinition of its role depends on a Herculean task, in which the followers of Dewey in Brazil already clamavam in 20 years: leave the academicism and take education general training. That should concern itself less with the content that quickly obsolete with the development of learning to learn, losing it to its traditional bias enciclopedista that if it was already obsolete for the post-war society, is even more today. This usually requires changes already mentioned s in higher education, be

APRESENTAÇÃO INTRÓITO.

 

selective in the cases, either in the training of educators.

 

APRESENTAÇÃO

 

INTRÓITO.

 

Programa Ampliação do Ensino Fundamental para Nove Anos.

 

Política de ampliação do ensino fundamental para nove anos: pela inclusão das crianças de seis anos de idade na educação obrigatória.   Prevista na Lei nº 9.394/96, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), e em uma das metas para o Ensino Fundamental no Plano Nacional de Educação (PNE), a ampliação do Ensino Fundamental para nove anos foi discutida pela Secretaria de Básica (SEB/MEC) com as secretarias municipais e estaduais de educação a partir de 2003.  Com o objetivo de auxiliar os sistemas de ensino e o professor que atua nesta nova série da educação fundamental, o MEC publicou uma obra elaborada por especialistas em educação de crianças desta faixa etária intitulada: Ensino Fundamental de Nove Anos: Orientações para a Inclusão da Criança de Seis Anos de Idade.   O documento é composto por nove capítulos:

 


                      A infância e sua singularidade;

                      A infância na escola e na vida: uma relação fundamental;

                      O brincar como um modo de ser e estar no mundo;

                      As diversas expressões e o desenvolvimento da criança na escola;

                      As crianças de seis anos e as áreas do conhecimento;

                      Letramento e alfabetização: pensando a prática pedagógica;

                      A organização do trabalho pedagógico: alfabetização e letramento como eixos organizadores;

                      Avaliação e aprendizagem na escola: a prática pedagógica como eixo da reflexão e
Modalidades organizativas do trabalho pedagógico: uma possibilidade.

Legislação e normatizações sobre a matrícula das crianças aos seis anos de idade:

                      LEI Nº 11.274, de 6 de fevereiro de 2006.

                      LEI Nº 11.114, de 16 de maio de 2005.

                      RESOLUÇÃO CNE/CEB Nº 3, de 3 de agosto de 2005.

                      PARECER CNE/CEB nº 24/2004 , de 15 de setembro de 2004.

                      PARECER CNE/CEB Nº 06/2005, de 8 de junho de 2005.

                      PARECER CNE/CEB Nº 18/2005, de 15 de setembro de 2005.

                      PARECER CNE/CEB Nº 39/2006, de 8 de agosto de 2006.

                      PARECER CNE/CEB Nº  41/2006, de 9 de agosto de 2006. 

                      PARECER CNE/CEB Nº 45/2006, de 7 de dezembro de 2006.

                      PARECER CNE/CEB Nº 5/2007, 1º de fevereiro de 2007.

                      PARECER CNE/CEB Nº 7/2007, de 19 de abril de 2007.

                      PARECER CNE/CEB Nº 4/2008, de 20 de fevereiro de 2008.

Para melhor entender o presente trabalho se faz necessário a apresentação de como funciona o sistema de ensino, em uma das suas esferas, a municipal.


 

De acordo a LDB 9394/96, a Educação Escolar divide-se em educação básica e educação superior. O Ensino Fundamental, juntamente com a Educação Infantil e o Ensino Médio, compõe a Educação básica. Art. 32, LDB 9394/96: o Ensino Fundamental, com duração mínima de oito anos, obrigatório e gratuito na escola pública, terá por objetivo a formação básica do cidadão. É obrigatório para todas as crianças na faixa etária entre 7 e 14 anos e jornada escolar anual de 800 horas-aula, distribuídas em 200 dias letivos.
A meta de cada escola de ensino fundamental é fornecer ao aluno acesso à base comum nacional e à parte diversificada, o que inclui as características regionais da sociedade, da cultura, da economia e do cotidiano do aluno.

O Ensino Fundamental terá por objetivo a formação básica do cidadão, mediante:

I-                   o desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos, o pleno domínio da leitura e do cálculo;

II-                a compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecnologia, das artes e dos valores em que se fundamenta a sociedade;

III-             o desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo em vista a aquisição de conhecimentos e habilidades e a formação de atitudes e valores;

IV-             o fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e de tolerância recíproca em que se assenta a vida social.

1ª a 4ª série

Os Parâmetros Curriculares Nacionais, estabelecidos pelo MEC, redefiniram os conteúdos do Ensino Fundamental. Propuseram também novas maneiras de abordá-los. Por isso a necessidade de estudos e compreensão do que se pretende com o processo de ensino e aprendizagem.  É fundamental um referencial para o ensino e aprendizado dos conteúdos científicos e escolares de acordo com cada nível de ensino.  É preciso ressaltar, que nesta fase (1ª a 4ª série) a importância do estudo por comparação, visto que os alunos ainda estão num estágio operatório-concreto. Eles precisam ter os objetos, através de suas imagens, sempre presente na mente para poder pensar sobre eles. Esse é o período em que é absolutamente necessária uma constante busca das experiências vividas pelos alunos em cada conteúdo analisado. O próprio conteúdo adquire significado para as crianças à medida que se liga com as suas concepções prévias ou espontâneas. O conteúdo precisa estar intimamente relacionado a experiências do aluno.

5ª a 8ª série

Para que se efetive um trabalho no qual professores e alunos tenham autonomia, possam pensar e refletir sobre o seu próprio processo de construção de conhecimentos e tenham acesso a novas informações deve-se observar questões fundamentais e específicas desta fase em que os alunos passam gradativamente do estágio operatório-concreto para o pensamento formal. Com isso cabe aos professores propiciar questões, atividades, etc. Em que os agentes do processo ensino-aprendizagem possam: dialogar, duvidar, discutir, questionar, compartilhar informações, e que se haja espaço para transformações, para as diferenças, para o erro, para as contradições, para a colaboração mútua e para a criatividade.  A qualidade do trabalho pedagógico está associada à capacidade de promoção de avanços no desenvolvimento do aluno, destacando-se a importância do papel do professor no processo ensino-aprendizagem, assim como a relevância da proposta pedagógica adotada pela escola. Com isso é importante que tenha em conta que, qualquer que seja o conteúdo, ele nunca é um fim em si mesmo, e, sim, apenas um pretexto para se aprender a pensar e questionar o próprio conhecimento, para se compreender que aprender não é reproduzir verdades alheias, mas sim, aprender a olhar para o mundo colhendo dados, interpretando-os, transformando-os e tirando conclusões. Só assim é possível formar cidadãos críticos, competitivos e capacitados o bastante para serem agentes transformadores de sua própria vida e da realidade que os cerca.

Parâmetros Curriculares – Fornecendo subsídios teóricos e metodológicos que devem ser analisados e interpretados pelas equipes pedagógicas das escolas, os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) são as orientações e referências do MEC para cada etapa do ensino fundamental e médio no Brasil. Os PCN de 1ª a 4ª séries foram publicados em 1997, os de 5ª a 8ª, em 1998, e os do ensino médio em 1999.

Temas transversais Além das áreas de conhecimento tradicionais, os PCNs propõem a discussão de temas como Saúde, Ética, Pluralidade Cultural, Meio Ambiente, Orientação Sexual e Trabalho e Consumo, consideradas fundamentais para o exercício da cidadania. Chamados de temas transversais, esses assuntos devem servir de base para outras atividades da escola.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ficha de identificação da obra elaborada pelo autor, através do Programa de Geração Automática da Biblioteca Universitária da UFSC.

  Ficha de identificação da obra elaborada pelo autor, através do Programa de Geração Automática da Biblioteca Universitária da UFSC.   ...