sexta-feira, 9 de setembro de 2022

RESUMO Formar o cidadão através da educação, habilitando profissionais em nível superior, empreendedores, reconhecidamente competentes, reflexivos, críticos, éticos e com responsabilidade social.". Assim, a Faculdade Integrada da Grande Fortaleza(FGF) é resultado de um novo paradigma.

 

 

RESUMO

 

Formar o cidadão através da educação, habilitando profissionais em nível superior, empreendedores, reconhecidamente competentes, reflexivos, críticos, éticos e com responsabilidade social.". Assim, a Faculdade Integrada da Grande Fortaleza(FGF) é resultado de um novo paradigma.

 

O ensino médio apresenta dificuldade de clarificação dos seus objetivos, apesar do seu papel estratégico para a mobilidade social, ao distribuir a diferentes grupos conhecimentos de diversos graus de prestígio. Diferenciando-se em dois tipos ideais de padrões normativos de mobilidade social, diversos países têm adotado alternativas quanto à organização dos sistemas educacionais, destacando-se a paridade de prestígio entre os ramos do ensino médio, a criação de sistemas unitários e a diversificação curricular. As variadas formas de organização educacional, entretanto, não parecem apresentar forte impacto sobre a mobilidade social, dependendo em grande parte da estratificação social e da estrutura de classes. O Brasil, em sua história recente, tem caminhado do modelo de mobilidade patrocinada para o de mobilidade competitiva. Nos anos 70 tentou construir um sistema unitário, por meio da profissionalização do ensino médio, porém a rejeição social levou-o a retornar a um insatisfatório dualismo. Uma proposta de mudanças é apresentada para enfrentar os atuais desafios. O ensino médio, com a sua denominação topográfica (o que está no meio, entre o fundamental e o superior), apresenta internacionalmente uma notória dificuldade de clarificação de objetivos. Em parte isto se deve ao seu papel na mobilidade social e à delicada opção entre a terminalidade e a continuidade dos estudos. Entre as inúmeras indagações controversas, está, em primeiro lugar, a das suas finalidades e relações com o trabalho. Daí decorrem outras, como a de se é mais conveniente, em termos de democratização educacional e oportunidades de mobilidade social, ter, após a escola fundamental, uma só trajetória para o aluno ou oferecer várias alternativas, bifurcando ou multifurcando os caminhos da escola média. Será melhor ter uma escola média profissionalizante ou uma escola média voltada para a educação geral? Será preferível manter várias modalidades de escola média ou uma só? No caso de manteremse diversos ramos, é mais conveniente diversificar as trajetórias dos alunos mais cedo ou tão tarde quanto possível? Essas são algumas das questões recorrentes, quer no Brasil, quer em outros países, para as indispensáveis mudanças do ensino médio no Brasil.  Assim, à sociedade se ver diante de um dilema, qual a verdadeira função da educação geral. Para a vida? Para o mercado?   Educação é contexto social, portanto: SOCIEDADE E EDUCAÇÃO devem interagir para a produção do saber de forma a preparar além do cidadão para a cidade, prepará-lo também um cidadão para o contributo do IDH. Índice de Desenvolvimento Humano.   I D H - Desenvolvimento Humano (IDH) é uma medida comparativa de riqueza, alfabetização, educação, esperança média de vida, natalidade e outros fatores. É uma maneira padronizada de avaliação e medida do bem-estar de uma população, especialmente o bem-estar infantil. O índice foi desenvolvido em 1990 pelo economista paquistanês Mahbub ul Haq, e vem sendo usado desde 1993 pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento no seu relatório anual.

Todo ano, os países membros da ONU são classificados de acordo com essas medidas. Os países com uma classificação elevada frequentemente divulgam a informação, a fim de atrair imigrantes qualificados ou desencorajar a emigração.    A nova Lei de Diretrizes e Bases responde às questões e alternativas  de educar com a liberdade de optar.  A nova organização da educação brasileira é semelhante a uma árvore, que tem como tronco a educação básica, abrindo-se em diversos ramos, como a educação superior e a educação profissional. Esse tronco dá clara prioridade à educação geral, pois, conforme as finalidades e objetivos da educação e dos níveis de ensino, importa antes de tudo aprender a aprender. Durante ou após o percurso do discente ao longo desse tronco é possível buscar um ramo e, se for o caso, retornar ao tronco. É o caso da educação profissional: pelas novas normas alguém pode cursar o ensino médio e a educação profissional simultânea ou posteriormente, como pode também interromper o ensino médio (o que não é recomendável, mas possível) e a ele retornar depois. Assim, a lei faz ou encaminha opções no que concerne às questões e alternativas antes apresentadas: 

1.       • favorece a diversificação de currículos em níveis de sistema de ensino e de estabelecimento, permitindo o plano de estudos, até de cada aluno, para atender às suas necessidades;   

2.       • adia a diferenciação dos currículos, no que se refere ao tronco da educação geral, até o fim do ensino médio, seguindo as tendências internacionais, mas contempla a necessidade de diversificação, com idas e vindas pelo ramo da educação profissional, conforme as necessidades dos variados grupos populacionais; 

3.       • abre caminho para que a educação profissional ocorra dentro ou fora da escola e, no caso da educação de jovens e adultos, permite o aproveitamento da própria experiência do aluno no currículo escolar; 

4.       • abre caminho para a Inter complementação dos setores público e privado na profissionalização;  • permite a educação profissional nos mesmos estabelecimentos ou em instituições separadas, conforme for melhor para as diversas circunstâncias; • concilia a terminalidade e a continuidade, dando preferência à educação geral e abrindo caminhos variados para a primeira, ao mesmo tempo em que encoraja a segunda; 

5.       • opta claramente pela educação geral formativa e não-propedêutica.

Sob o último aspecto, o papel da educação geral é de importância básica e, para a redefinição do seu papel, depende de uma tarefa ciclópica, pela qual os seguidores de Dewey  no Brasil já clamavam nos anos 20: deixar o academicismo e tomar a educação geral  formativa. Essa deverá preocupar-se menos com os conteúdos rapidamente obsoletos que com o desenvolvimento da capacidade de aprender a aprender, perdendo para isso o seu tradicional viés enciclopedista que, se já era obsoleto para a sociedade do pós-guerra, o é ainda mais hoje. Para isso são necessárias mudanças já mencionada s na educação superior, seja nos processos seletivos, seja na formação de educadores.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Ficha de identificação da obra elaborada pelo autor, através do Programa de Geração Automática da Biblioteca Universitária da UFSC.

  Ficha de identificação da obra elaborada pelo autor, através do Programa de Geração Automática da Biblioteca Universitária da UFSC.   ...